- Ela faz qualquer um
viajar – diz Bili apontando para o teto. - Seja nas alturas ou no chão, é prato
cheio para a ilusão. Não precisa dar a mão, apenas, “ouvir” aquele sorriso. Se
fosse um áudio você sentiria aquele ecoar de um sorriso vibrante que provoca o amor.
Esse amor quente, que nem o mar apaga e o vento faz questão de espalhar. Em
particular, acho que ela casou com o vento, afinal, eles formam um belo par.
Ele mesmo é às vezes calmo outras vezes brabo, destruidor e acalentador,
acariciador. Vive tocando seu rosto. A seus lábios, não me saem da boca, ou
melhor, dizendo, dos sonhos
Wendell Nascimento
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