Sinto que estou parado, mesmo continuando a andar.
A estrada é longa, só tenho um caminho à seguir, e mesmo assim não sei qual o rumo tomar.
Esse momento me explora de uma forma desigual, mesmo parado, sem rumo...exposto ao sol.
Esse desejo de ficar estacionado aqui, te olhando.
Não tem momento melhor, esse, de te vigiar, observar esses seus cabelos molhados da água do mar e esse gosto salgado da tua pele, essa mesma, meio escurecida de algumas horas exposta aos raios solares, esses que um dia me guiaram até sua existência...
Hoje vivo da tua ausência.
Eu não sou mais o mesmo depois do teu sorriso.
Eu nem sei mais quem eu sou sem você.
E agora o que eu faço, se eu só sei viver na dependência de te ver sorrir!
DAVID WENDELL
QUASE UM LIVRO*
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